Jun 17 2015

Assista as mesas da Semana ABC 2015

Já estão disponíveis para visualização online as mesas da Semana ABC 2015 que aconteceu de 13 a 15 de maio na Cinemateca Brasileira em São Paulo. Promovida pela Associação Brasileira de Cinematografia, a Semana ABC é uma oportunidade única no país de reunião de personalidades de diversas áreas do cinema refletindo sobre o seu mercado de trabalho. Proporcionando também debates, conferências, painéis e master classes que contribuem diretamente para o progresso do cinema brasileiro.

Este ano o debate sonoro marcou presença principalmente nas seguintes mesas:

O Som nas Séries de TV“Abordagem dos diferentes aspectos sonoros nas séries de TV – da captação do som direto ao processo de pós-produção e finalização.” Com José Luiz Sasso, Luiz Adelmo Manzano, Rodrigo Meirelles e Armando Torres Jr.

Introdução ao Som no Audiovisual (Séries de TV, Longa, Curta e Documentário) – Leitura do roteiro, escutar o diretor, o que podemos expressar através do som. Todos os sons já estão no Som Direto? Seu uso e problemática. A importância da voz.” Com Tide Borges e Carlos Abbate.

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Apr 23 2015

Semana ABC 2015

semana abc 2015

De 13 a 15 de maio a Associação Brasileira de Cinematografia apresenta a Semana ABC 2015. Com uma programação recheada de conferências, painéis e debates com personalidades de diversas áreas do cinema do Brasil e do exterior, o evento acontece na Cinemateca Brasileira em São Paulo e é aberto ao público com entrada franca.

Este ano, a semana conta com duas mesas dedicadas ao som cinematográfico. São elas:

Dia 14/05, quinta-feira:

10h – O Som nas Séries de TV
Abordagem dos diferentes aspectos sonoros nas séries de TV – da captação do som direto ao processo de pós-produção e finalização.

Participantes confirmados:

José Luiz Sasso (Mixador)
Luiz Adelmo Manzano (Supervisor de Som)
Rodrigo Meirelles (Supervisor Executivo de Áudio)
Armando Torres Jr. (Mixador)

Dia 15 de Maio, sexta-feira

17h – Introdução ao Som no Audiovisual (Séries de TV, Longa, Curta e Documentário)
Leitura do roteiro, escutar o diretor, o que podemos expressar através do som. Todos os sons já estão no Som Direto? Seu uso e problemática. A importância da voz.

Participantes confirmados:

Tide Borges (Técnica de Som)
Carlos Abbate (Diretor de Som)

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Apr 8 2015

II Conferência Municipal sobre Ruído, Vibração e Perturbação Sonora

conferencia ruido
Nos dias 27, 28 e 29 de abril, a cidade de São Paulo-SP discute pela segunda vez o combate ao ruído em seu ambiente urbano. A II Conferência Municipal sobre Ruído, Vibração e Perturbação Sonora, promovida pela Câmara Municipal de São Paulo e a Associação Brasileira para a Qualidade Acústica (ProAcústica), acontece por ocasião do “Dia Internacional da Conscientização sobre o Ruído”, o International Noise Awareness Day (INAD), cuja data oficial neste ano é 30 de abril.

O objetivo do evento é sensibilizar poderes públicos e a sociedade em geral acerca dos impactos negativos causados por ruídos e vibrações sonoras na saúde humana, criando, assim, diretrizes eficazes para atuação legislativa e administrativa. 

O evento é aberto ao público e gratuito, mas as vagas são limitadas e exige o preenchimento de um “formulário de inscrição”.

Confira a programação e mais informações em: II Conferência Municipal sobre Ruído, Vibração e Perturbação Sonora

 


Mar 17 2015

Sonoridades no Cinema Brasileiro: Guile Martins e o som de “A Cidade é Uma Só?”

Guile

Entrevista com Guile Martins, responsável pelo desenho de som de A Cidade é Uma Só” (Adirley Queirós, 2011).

Guilherme Farkas: Como você entrou no “A cidade é uma só” ? Você tem uma relação anterior com o Adirley? 

Guile Martins: Conheci o Adirley em 2006, durante um festival de cinema em Florianópolis. Nossos curtas estavam sendo exibidos, ele com “RAP – O canto da Ceilândia” e eu com o “Sobre a Maré”. Conversamos muito, mas acho que mais sobre futebol do que cinema. Nos reencontramos em 2009, no festival de Brasília, eu estava lá apresentando o documentário “Tarabatara”, no qual fiz som direto e edição de som. Nesse tempo fui conhecer a ceilândia, tomar banho de cachoeira em águas lindas de Goiás, algo que me alegrou muito, arejou um pouco a angustia de estar em Brasília, no plano piloto, um lugar desconhecido e inóspito pra mim. Na Ceilândia ouvi os carros de som, os vendedores da feira, gente andando nas ruas, jogos de futebol em cada esquina, enfim, uma paisagem humana e sonora muito diferente do plano piloto e do circuito do festival de cinema. Foi aí que assisti o “Dias de Greve”, na casa do Adirley e conversamos mais sobre som, como aproveitar os sons da Ceilândia e de outras quebradas, sem recorrer ao recurso de “som de tiro e sirenes ao longe”, que tanto o incomodava enquanto proposta estética. Falamos sobre os sons que desaparecem com o tempo, o amolador de facas, um vendedor de biju…

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Mar 6 2015

Sonoridades no Cinema Brasileiro: Fernando Henna e Daniel Turini e o som de “Avanti Popolo” e “A Cidade é Uma Só?” – Parte III

a cidade e uma so

Terceira e última parte da entrevista com os profissionais sonoros Fernando Henna e Daniel Turini. Os sons de “A Cidade é Uma Só” (Adirley Queirós, 2011).

Guilherme Farkas: Sobre o “A Cidade é uma Só [1]”, acho que já é um caso completamente diferente. Um pouco de tentar recuperar, na pós-produção, algumas coisas, garantir inteligibilidade de alguns planos e fazer uma mixagem que segure o filme. Em alguns momentos, o filme flerta com uma estética de um som hiper-realista [2], em que você tem uma condição de escuta bastante amplificada em que todos os eventos soam, produzem sonoridades que num modo de produção documental, muito dificilmente seriam gravados. Queria saber então se essa estética do hiper-realismo sonoro foi uma sugestão do Adirley.

Fernando Henna: Quem pode te responder com mais propriedade mesmo é o Guile Martins. Do que veio para cá, essa coisa da chave do carro por exemplo já tinha na edição de imagem, deve ter sido um acordo entre eles. O que tem bastante é uma edição de som super esperta. Pouquíssimos sons de banco, todos sons captados durante o filme, nas locações mesmo. Acho que o Guile quando fez o som…

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