Nov 22 2015

Operário Criador: dublagem e processos criativos

Mais três vídeos inéditos foram lançados recentemente no Operário Criador. Seguem eles:

Dublagem

“Pouca atenção se dá ao processo de dublagem e ainda existe muito preconceito ao redor do tema. A ferramenta, no entanto, é poderosa e necessária dentro da construção do objeto fílmico.”

Processo Criativo – Parte I

“Do roteiro à mix final, o processo de elaboração do som do filme é coletivo e colaborativo. O desenho de som pode muito bem começar desde o trabalho de mesa do roteiro. Conheça algumas variações deste processo.”

Processo Criativo – Parte II

“A edição de som a partir do ponto de vista do que propõe o material produzido no set, o som direto. Como ouvir, organizar e trabalhar a partir deste material.”

Processo criativo – Parte 2 from Gabriela Cunha on Vimeo.


Nov 15 2015

Operário Criador: Analógico e Digital

O Operário Criador está de volta! Desta vez abordando “um pouco de história dos processos analógicos. Porque recordar é viver.”

Analógico e Digital from Gabriela Cunha on Vimeo.


Sep 9 2015

Síntese do III ENPSCB

III ENPSCB

Nós, participantes do III Encontro Nacional de Profissionais de Som do Cinema Brasileiro, reunidos no 9º Festival CineMúsica, de 04 a 07 de setembro de 2015, em Conservatória-RJ, avaliamos as conquistas obtidas desde o primeiro encontro em 2013 e percebemos que:

– A interação entre os convidados promovida nos três anos do Encontro se concretizou criando na experiência de trabalho, fora do festival, uma melhor comunicação entre os profissionais das diferentes etapas de produção sonora dos filmes;
– O papel de educar as novas gerações sobre o som no cinema é fundamental e nossa tarefa. Para tanto, seguiremos inspirados no trabalho pioneiro do consagrado diretor de som Walter Goulart em busca de consolidar nosso conhecimento técnico específico;
– A presença de profissionais de som da América Latina vem se mostrando importante por promover e ampliar o intercâmbio de práticas técnicas e de mercado.


Para o IV Encontro a ser realizado em setembro de 2016, nossa interação com as universidades e cursos de formação técnica será ampliada, assim como nosso esforço para:
– Melhorar a qualidade de exibição no Festival CineMúsica, garantindo a calibragem da sala de exibição dos filmes premiados e a padronização da produção de cópias;
– Ampliar as parcerias para estimular o melhor desempenho de nossos profissionais e incremento da qualidade técnica de nosso parque industrial;
– Dar a continuidade à publicação dos anais dos encontros e de documentos técnicos com a metodologia do fazer sonoro.
Agradecemos mais uma vez as parcerias com o SEBRAE, a DELART, o CTAv e a ROB FILMES.


Jan 5 2015

O Som de “Relatos Selvagens” – Parte IV

Quarta e última parte da conversa sobre o som de “Relatos Selvagens” (Damian Szifrón, 2014) que ocorreu na CAPER 2014 (Câmara Argentina de Provedores e Fabricantes de Equipamentos de Radiodifusão). Falamos um pouco de dublagens.

O editor de diálogos de “Relatos Salvajes” foi Nahuel Palenque. As tarefas de edição foram tão trabalhosa que outro editor, Matías Vilaro, ficou responsável apenas pelo ajuste das dublagens, para não sobrecarregar ainda mais Nahuel. Durante a conversa não citei Nahuel Palenque. Mas aqui lhe dou o crédito.

José Luis Díaz, no início da conversa, mostra um trecho do filme “Vino para Robar”. José Luis chama a atenção para a frase “is not my fault”, onde é possível ouvir um ruído de fundo (as rodas do carro de travelling). Continue lendo


Dec 23 2014

O Som de “Relatos Selvagens” – Parte III

Terceira parte da conversa sobre o som de “Relatos Selvagens” (Damian Szifrón, 2014) que ocorreu na CAPER 2014 (Câmara Argentina de Provedores e Fabricantes de Equipamentos de Radiodifusão).

Gustavo Santaolalla conta brevemente sua relação com “Relatos Selvagens”, num vídeo mandado para a conferência. Fala também sobre edição básica de música.

José Luis Díaz comenta que a música é um elemento importante em um filme. O responsável pela música de “Relatos Selvagens” foi Gustavo Santaolalla, que mora em Los Angeles. Por isso ele não esteve presente na conferência e mandou um vídeo falando do processo de trabalho no filme. O primeiro contato dele com o filme foi quando estava de férias com sua família em Mendonza – Argentina, quando a produtora conseguiu entrar em contato com ele. Meses depois, de volta a Argentina, Gustavo toma conhecimento das histórias de “Relatos Selvagens” a partir da indicação de um amigo. Depois de ler o livro com os contos de “Relatos Selvagens“, Gustavo pede para que seu amigo lhe apresente a Damian Szifrón, pois queria participar do filme. Finalmente, na Bélgica, os dois se conheceram pessoalmente. Na ocasião acontecia o festival de Ghent, festival de música e teatro, onde Gustavo Santaolalla participava como jurado.

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